O Protetor (The Equalizer, 2014)

Ação do início ao fim… Literalmente.

A clássica história do héroi aposentado

Denzel Washington tem fama de participar de bons filmes. Portanto, indo ao cinema sem direção certa de que filme assistir, acabei topando com o banner de “O Protetor”. Não vi trailer. Não li sinopse. O mesmo valia para “Correr ou Morrer” (Maze Runer, 2014), que perdeu na disputa de qual filme assistir exatamente por Denzel Washington estar no outro filme. Não posso dizer que me arrependo porque ainda não assisti “Correr ou Morrer”. Porém, posso dizer que esperava mais do filme que escolhi…

Seus agressores são todos uns idiotas

Em “O Protetor” (The Equalizer, 2014), temos a (clássica) história do herói aposentado. Claramente com um treinamento militar especializado, Robert McCall (Denzel Washington)  leva um vida pacata e tranquila, mas esconde suas atividades como uma espécie de justiceiro. E esse é o enredo. Um justiceiro praticamente intocável, fazendo por vezes parecer que seus agressores são todos uns idiotas.

Robert McCall leva um vida pacata e tranquila

Muita e muita ação no roteiro. Praticamente só ação. Uma coisa que confesso, estranhei. Mesmo em filmes como “Dia de treinamento”, ou mesmo “Chamas da Vingança”, onde vemos muita adrenalina sendo produzida, ainda assim temos enredo, histórias e paralelo, e algum nível de profundidade entre os personagens. Neste filme, no entanto, a trama fluiu bem rasa e sem motivo para tantas explosões e mortes. O filme tem um desfecho óbvio e sem surpresas.

Para quem está procurando apenas se distrair um pouco, e sair da rotina, o filme vale a pena. É ação sem muito raciocínio, com cenas que realmente passam a tensão de cada momento, exceto, claro, quando se trata do protagonista.

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