O Abrigo (Shelter)

Mais um para a lista dos assistidos que nunca serão lembrados. Roteiro fraco, previsível, forçado. A atuação de Jonathan Rhys Meyers (Adam/ David/ Wesley/ Christian) é muito boa e salva em vários momentos. A própria Julianne Moore tem seu crédito. Mas no geral a história é bem fraquinha e antes do meio você já mata o final.

Quando li a sinopse achei que se tratava de um Thriller e tal. Ledo engano … a história é sobre fé, dramas pessoais e possessão. Mas não mete medo nem nada. Cenas como vomitar terra são bem discretas e mesmo com as feridas das costas sendo bem nojentas, passa tranquilo como filme de “sessão da tarde”. Se quiser assistir um filme pra distrair um pouco mas sem intenção de ver grande história, eu recomendo. Porém, confesso: semana que vem já não lembrarei mais desse filme!

Sinopse

A psiquiatra forense Cara Jessup consolidou a sua carreira e ganhou reputação desafiando a ideia e percepção relativamente às pessoas com Personalidades Múltiplas. Em tribunal, expondo o seu ponto de vista e a sua experiência, sempre se impôs e combateu a ideia de que alguns assassinos podiam sofrer de Personalidades Múltiplas, o que resultou na condenação à morte de 6 assassinos. Cara é muito dedicada à Ciência, mas o horrendo assassinato do seu marido não fez com que perdesse a fé em Deus. Pelo contrário, a sua jovem filha é uma céptica convicta. Esta fé de Cara em Deus ser-lhe-á útil, uma vez que ela está prestes a enfrentar forças que pensava não existirem, quando Adam (um paciente) mostra ter poderes que desafiam uma explicação racional.

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