I am Number 4

A pergunta é: porque diabos eu assisti isso? Filme clichê, enredo pobre e com várias e várias cenas forçadas … ainda bem que (acho) não se classifica como ficção científica!

Críticas severas a parte, hoje em dia a receita teen de herói apaixonado pela menininha indefesa (que aliás, é a única coisa boa no filme –Dianna Agron) ainda cola para o público de mesma idade (na faixa de 12 – 18 anos). Confesso que nas cenas de luta onde exploraram o uso da telecinésia do número 4, ainda há chance de você começar a se interessar. Ele a usa para gerar escudos e fica em ataques à distância que são divertidos de assistir. Ele arremessa alguns dos seus caçadores de maneira tão rápida e prática que me arrancou algumas risadas. Pra mim que jogo RPG essas cenas remeteram ao um jogo de Supers, chamado Remanescentes, onde o enredo é similar. Dar poderes assim a adolescentes sempre vai significar destruição e irresponsabilidade. Um boa mistura para divertir.

Mas quando começa o lance da “bateria” feita por aquela luzinha que sai da mão … Não vale nem comentar muito a não ser pra dizer “não assista”!

Sinopse Oficial

Nove alienígenas fugiram do planeta Lorien, onde eram conhecidos por números, para se esconder na Terra. O objetivo era se esconder dos Mogadorians, inimigos que precisam eliminar todos eles – e na ordem certa – para que poderes especiais não possam ser usados contra eles no futuro. A caçada já começou e os números Um, Dois e Três já foram assassinados. O número Quatro vive disfarçado entre os humanos, como John Smith (Alex Pettyfer), ajudado por seu protetor Henri (Timothy Olyphant) na tranquila cidade de Paradise, em Ohio. Enquanto descobre seus novos poderes, Smith conhece a estudante Sarah Hart (Dianna Agron) e se apaixona por ela, colocando em risco a vida de ambos e o futuro de sua raça, porque o inimigo já o localizou. A sua sorte é que a número Seis (Teresa Palmer) também o encontrou e ela pode ajudar na batalha.

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