A inquilina

Triste assistir a um drama tão fraquinho e mal elaborado com a Hilary Swank. Em A inquilina (The Resident, 2011) ela é Juliet uma médica que atende emergências e que acaba de sair de um casamento frustrado. Na procura de um novo local acaba conheçendo Max (Jeffrey Dean Morgan) que é dono de um pequeno prédio com um apartamento vago. Apesar de ser bem espaçoso Max combina um preço razoável (pra eles lá né!) e ela o aluga, passando assim a conhecer melhor seu novo senhorio.

O ponto alto do filme seria o motivo pelo qual Max construiria uma obsessão por Juliet. Mas … o enredo entrega muito fácil o que está por vir e antes mesmo do meio do filme você mata o final sem ter medo de errar. Aliás: o mistério é revelado mesmo logo de cara fazendo com que você fique se perguntando qual é o viés do filme. Visto que suspenses seguram a resposta até o limite do filme para prender os espectador, quando eles o fazem antes é porque estão usando a técnica da isca falsa. Querem te induzir outra idéia e no fim fazem um reviravolta. Não foi o caso aqui: o negócio foi mal feito mesmo …

 Como eu disse, é triste ver a estrela de Menina de Ouro e Colheita do Mal num filminho tão fraquinho. Não consigo entender como ela e Christopher Lee (que faz August, avô de Max) entraram nessa. Honestamente nem quero saber!

Comentários

Deixe seu comentário